Nos últimos anos os pesquisadores
do campo de estudos da educação de jovens e adultos (EJA)
têm deparado com a crescente presença juvenil em suas salas
de aula, fenômeno que promove tensões e demandas inesperadas
no interior da EJA, exigindo novas pesquisas. O foco dessas pesquisas
tem recaído, predominantemente, no interior das instituições
e de suas práticas pedagógicas ou, ainda, sobre as políticas
públicas voltadas para esse segmento educacional. A despeito da
importância da escola como referência empírica das investigações
das problemáticas da educação formal, seria importante
o desenvolvimento de abordagens com foco nas relações
sociais para além do espaço escolar, sobretudo tratando-se
das demandas e aspirações do público jovem. Nesse
artigo segue-se a proposta de Sposito (2007) no
que diz respeito a uma perspectiva não-escolar no estudo sociológico
da escola.
A relevância analítica
da instituição escolar não implica, necessariamente,
o seu estudo empírico, sendo esse o primeiro aspecto da via não
escolar no estudo sociológico da escola. O segundo reside na idéia
de que, mesmo considerando-se a escola como unidade empírica de
investigação, é preciso reconhecer que elementos não
escolares penetram, conformam e são criados no interior da instituição
e merecem, por sua vez, também ser investigados ( p.25).
Procura-se refletir sobre a pertinência
de se pesquisar a problemática da juvenilização da
EJA tendo como foco a rede de relações sociais dos jovens,
adotando como referencial teórico metodológico as categorias
da antropologia urbana. Trata-se de lançar o olhar sobre as práticas
desses jovens, seus vínculos sociais e sua circulação
pela cidade exercitando uma abordagem de tipo etnográfica, compreendendo-se
que “o que define a etnografia é o tipo de esforço intelectual
que ela representa: um risco elaborado para uma descrição
densa” (Geertz, 1978 p.15).
O campo empírico de investigação
é o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
do bairro do Campo Limpo, (CIEJA
-CL),
na zona sul do município de São Paulo. Primeiramente, buscou-se
olhar para o interior da instituição, numa tentativa de explicar,
a partir das dinâmicas das relações de sociabilidade
internas e da especificidade do programa do CIEJA, a notoriedade que o
programa ganhou junto aos alunos e à vizinhança como projeto
inovador na educação de jovens e adultos. No entanto, esse
procedimento se mostrou insatisfatório, por não explicitar
as relações sociais que os jovens estabelecem com as diversas
entidades do entorno que têm sido apontadas, por eles, como
importantes elementos na configuração da sociabilidade juvenil
dentro e fora da escola. Nas observações de campo, pôde-se
constatar, também, grande permeabilidade da escola com o meio circundante
de modo a se estabelecer uma grande rede de relações entre
esta e outras entidades de atendimento assistencial e cultural nas regiões
em que os jovens transitam.
Tem-se, então, um objetivo:
o de abordar os jovens dessa unidade de ensino enquanto atores sociais
em sua complexidade, compreendendo-os como sujeitos afeitos a múltiplos
agenciamentos e arranjos sociais. Como foi dito acima, a pesquisa se encontra
em andamento, de modo que apresento aqui observações preliminares
sobre o campo de investigação.
Apontamentos preliminares da pesquisa
Uma cidade da amplitude do município
de São Paulo apresenta-se como um grande desafio para os pesquisadores,
sobretudo quando se tenta entender as inúmeras manifestações
dos atores que vivem nessa metrópole, buscando-se determinar uma
lógica que lhes seja determinante da ação.
Nos anos de 1970 a 1980, São
Paulo foi abordada numa perspectiva dicotômica entre periferia e
centro. A cidade apresentava a centralidade e, nas periferias, a população
pobre experimentava a carência de equipamentos públicos. Os
estudos dessa época enfocaram tais carências e cunhou-se,
então, o conceito de espoliação urbana para
categorizar a dinâmica de construção da cidade
baseada na expansão da malha urbana sem a necessária ampliação
dos serviços públicos (Kowarick,
1980).
Frúgoli
(2000) aponta a existência de novas centralidades na cidade. Teríamos
o centro velho em torno da Praça da Sé, marco histórico
da cidade, por onde passaram várias manifestações
políticas e culturais, e que hoje se encontra degradado. A Avenida
Paulista aparece como novo centro, constituído no passado recente
como opção de moradia para as camadas privilegiadas da sociedade
que buscaram se afastar do centro velho e dos populares que o tomaram como
local de moradia e trabalho. Esse centro se constitui, hoje, em torno
dos prédios que alocam o sistema financeiro na cidade e tem sido
palco das manifestações populares em torno de temas
políticos e/ou culturais como, por exemplo, as comemorações
das eleições de diversos candidatos, das vitórias
em campeonatos de futebol ou, ainda, das manifestações do
Dia do Trabalho, em 1º. de maio. O autor aponta, ainda, uma nova centralidade
na cidade em torno da Avenida Roberto Marinho, que tem se constituído
como pólo produtor e usuário das novas tecnologias. Dentro
dessa lógica, estaria se constituindo, por sua vez, uma nova
centralidade na porção sudoeste da cidade. O autor
aponta que numa cidade das dimensões de São Paulo, centralidades
vão se constituindo em função da própria
dinâmica urbana, tendo como referência os bens e serviços
que esta oferece à população.
De outra perspectiva, Tereza Caldeira
(2000) discorre sobre o crescente processo urbano de segregação.
Centro e periferia coabitariam o mesmo espaço, mas protegidos por
dispositivos vários como muros, câmeras e todos os aparatos
de segurança. Os condomínios fechados, vigiados diuturnamente,
construídos ao lado de favelas, ou mesmo no interior de bairros
precários, seriam, segundo a autora, o novo modelo de desenvolvimento
da cidade. Na inevitabilidade de compartilhamento do território
da cidade com outras classes, as camadas favorecidas optam por morar e
trabalhar protegidos por fortificações, criando uma cidade
de muros.
Telles (2006)
aponta a fragmentação da vida social na periferia. As fronteiras
entre o legal e o ilegal estariam diluídas na vida cotidiana dos
moradores dessa porção da cidade, de modo que os papéis
sociais se confundiriam. Embora a autora não o trate nesses termos,
percebe-se, segundo suas pesquisas, um quadro de anomia social configurando
as dinâmicas de sociabilidade na cidade
[...] há evidências
de sobra que mostram a corrosão dos procedimentos de regulação
moral das tensões e litígios – a solução violenta,
e mais-do-que-violenta, acompanhada de desmedida e sinais de crueldade
-, tem sido frequente no desfecho de brigas de vizinho, desafetos, disputas
amorosas, dívidas domésticas entre uns e outros, tudo isso,
enfim, que compõe as dimensões prosaicas da vida social.
É o cupim fazendo seu trabalho. (p.103)
Sem perder de vista a precariedade
das condições de vida da população da periferia,
busco, como orientação teórico-metodológica
nas observações que seguem, pensar a apropriação
da cidade, ou de partes desta, pelos atores, tendo como referência
o cenário em que se configura a ação e as formas pelas
quais estes se relacionam com a cidade e entre si. Compreendo que o cenário
configura o espaço de ação dos atores sociais nas
suas práticas cotidianas. Apresenta marcos e delimitações
estabelecidas pelos atores sociais atuais e pelos anteriores. Tomando como
referência a noção de cenário estabelecida por
Magnani
(2000), observamos que o cenário é:
[...] produto de práticas
sociais anteriores e em constante diálogo com as atuais – favorecendo-as,
dificultando-as e sendo continuamente transformado por elas. Delimitar
o cenário significa identificar marcos, reconhecer divisas, anotar
pontos de intersecção – a partir não apenas da presença
ou ausência de equipamentos e estruturas físicas, mas desses
elementos em relação com a prática cotidiana daqueles
que de uma forma ou outra usam o espaço: os atores. ( p.38)
O cenário não se confunde
com as delimitações estabelecidas institucionalmente, mas,
sob alguns aspectos, essas delimitações são referências
para os moradores, orientando sua ação cotidiana. Cabe reafirmar
que o cenário é delimitado e estabelecido não
apenas pelas características físicas do espaço, mas
pelas relações sociais dos atores no espaço.
O Centro Integrado de Educação
de Jovens e Adultos - Campo Limpo, localiza-se na zona sul da cidade. Esse
bairro é conhecido pelo alto índice de violência e
baixo índice de desenvolvimento humano – IDH. Pode-se dizer
que é uma porção estigmatizada da cidade, observada
com receio e evitada pelos demais moradores da metrópole. Em caráter
preliminar, as observações de campo, realizadas ao longo
de 2008/2009, têm demonstrado outra dimensão da vida dos moradores
dessa porção da periferia da cidade de São Paulo
.
Na pesquisa de campo, observa-se
que os jovens estabelecem uma relação de pertencimento com
a região e de valorização das características
locais. Há, nas falas dessas pessoas, orgulho em ser “mais um da
sul”. Vários jovens portam bonés com essa inscrição,
que faz alusão à grife “1 da Sul” criada por Ferrez,
escritor e empresário da região. Essa porção
da cidade aparece, na visão desses jovens, como o seu pedaço;
um local de pertencimento e identidade, onde
[...]existe um componente
afirmativo referido ao estabelecimento e reforço de laços
de sociabilidade, desde o núcleo familiar até o círculo
mais amplo que envolve amigos, colegas, 'chegados' (no âmbito do
pedaço) e desconhecidos (fora do pedaço). (Magnani,
2000 p.33).
Os jovens, ao falarem sobre o Capão
,
tratam-no como “nossa área”, remetendo à valorização
da região como “de luta”, “de gente batalhadora”, “onde playboy
não tem vez” ou, em outros termos, aqueles que não são
do pedaço são os outros.
Não se trata aqui da valorização
da periferia numa perspectiva em que se abandone o olhar para a precariedade
ou para a falta de equipamentos públicos do local, mas de realçar
o olhar do “nativo” sobre sua vida cotidiana. A periferia se apresenta,
a esses jovens, como lugar de carência, mas, também,
é onde “eu levo minha vida”, “encontro meus camaradas” ou de onde
“só saio para trabalhar”. Os jovens veem o bairro como “minha área”,
designando o espaço onde se desenvolvem as atividades do cotidiano
da vida num recorte que passa por um terceiro ponto entre os ambientes
público ou privado. Tal noção de “área” é
similar à noção de pedaço desenvolvida por
Magnani
(1998):
aquele espaço intermediário
entre o privado (a casa) e o público, onde se desenvolve uma
sociabilidade básica, mais ampla que a fundada os laços familiares,
porém mais densa, significativa e estável que as relações
formais e individualizadas impostas pela sociedade” (p.116 ).
A “área” é o espaço
por onde se trafega, onde se desenvolve uma sociabilidade (“onde eu tenho
uma ‘comunidade’ com o pessoal”). A “área” confere identidade
e pertencimento. A “área” é um território “que funciona
como ponto de referência – e, no caso da vida no bairro, evoca a
permanência de laços de família, vizinhança,
origem e outros” (Magnani, p.20).
Os jovens, no entanto, não
abandonam uma perspectiva globalizante, relacionando, muitas vezes,
em suas falas, elementos gerais da cultura juvenil, aludindo a determinados
grupos musicais, manifestações artísticas e, sobretudo,
artefatos multimídia como telefones celulares, iPODs, e à
Internet, que os conectam à diversidade do mundo contemporâneo.
Portanto, embora valorizem o pedaço, não estão apegados
a um localismo como valor absoluto e estabelecem uma relação
entre local e global em trânsito constante entre um e outro elemento.
Nesse sentido, é importante observar os possíveis deslocamentos
desses jovens pela cidade, estabelecendo-se as conexões entre o
micro e o macro social.
A categoria trajeto
aparece como importante instrumento de análise ao permitir acompanhar
os jovens em seus deslocamentos por outros pedaços da cidade e por
impedir que o observador caia na “tentação da aldeia que
é a de encarar o objeto de estudo – uma festa, um ritual, um bairro,
uma religião – como uma unidade fechada e autocentrada” (Magnani,
2000 p. 47). É comum os jovens do Capão Redondo se deslocarem
para Santo Amaro a fim de trabalhar e comprar, mas, também, para
se divertir. A região de Campo Limpo apresenta como opções
de lazer o Shopping Center Campo Limpo, o Bar do Lele (onde há pagode
ao vivo) e o Parque Santo Dias. Muitos dos jovens abordados em campo declararam
que vão a barezinhos, a sambas e casas de espetáculos (uma
delas voltada ao público gay) na região de Santo Amaro.
No âmbito do trabalho, os deslocamentos
se dão em três direções. Uma delas aponta para
Santo Amaro, antiga zona industrial da cidade e que se desindustrializou
aceleradamente nos últimos anos. Outra, para a região da
Avenida Roberto Marinho, um dos novos centros da cidade, como dito anteriormente
(Frúgolli, 2000), dinamizado em torno das
empresas voltadas às novas tecnologias da informação.
Há, ainda, o deslocamento bastante tradicional para o bairro do
Morumbi, onde se encontram ofertas de trabalho para empregadas domésticas,
vigias e seguranças. Pelas exigências de qualificação
nas empresas da Avenida Roberto Marinho, cabem aos jovens do Capão
Redondo, do mesmo modo, atividades subalternas como faxineiros, copeiros,
porteiros. Já no eixo Santo Amaro, prevalecem atividades comerciais.
Os jovens ouvidos em campo trabalham, em sua maioria, em pequenos estabelecimentos
comerciais, sem garantia dos direitos trabalhistas e com jornadas de até
doze horas diárias de trabalho.
Uma característica muito importante
nos deslocamentos desses jovens acontece pela travessia da Ponte João
Dias. Esta ponte exerce uma função liminar para os jovens.
Ela é um não-lugar; uma passagem que viabiliza o deslocamento
por ambientes completamente distintos. De um lado da ponte, está-se
no pedaço e, no outro lado, em uma área onde não há
pertencimento, onde se é desconhecido e onde se desconhece as pessoas
e, sobretudo, as regras de sociabilidade. A ponte, ao levar de um lugar
a outro, aparece como um pórtico:
Trata-se de espaços,
marcos e vazios na paisagem urbana que configuram passagens. Lugares que
já não pertencem ao pedaço ou mancha de cá,
mas ainda não se situam nos de lá; escapam aos sistemas de
classificação de um e outra [...]” (Magnani,
2000, p.45).
Durante um debate sobre o direito
de ir e vir
realizado em uma das salas de aula, observaram-se as seguintes declarações:
“Só atravesso a ponte
para trabalhar”.
“Eu no fim-de-semana fico por aqui.
Tomo umas cervejas com os caras. E só”.
“Só vou pro outro lado para
trabalhar”
.
Atravessar a Ponte João Dias,
adentrando a região nobre da cidade, é um acontecimento para
esses jovens. A ponte é um verdadeiro portal de acesso ao mundo
dos playboys, com lugares aonde não se vai devido aos preços
proibitivos, e pelo fato de “não ter meus chegados”, ou aonde se
vai só a trabalho.
Outro aspecto que merece destaque
diz respeito à presença de entidades voltadas ao atendimento
das carências da população local. São 20 entidades,
desde as tradicionais associações de bairros, passando pelas
entidades ligadas às instituições religiosas
e pelas ONGs. Estabelecidas por toda a região, algumas caracterizam
uma mancha:
São manchas, áreas
contíguas do espaço urbano dotadas de equipamentos que marcam
seus limites e viabilizam – cada qual com sua especificidade, competindo
ou complementando – uma atividade ou prática predominante. (Magnani,
2000, p.40)
A presença dessas entidades
ganha importância pela relação que se estabelece entre
elas e o CIEJA e com seus respectivos alunos. Essa relação
talvez explique o êxito do CIEJA com o seu público.
Embora seja um órgão ligado à Secretaria Municipal
de Educação, não se furta a negociar com as entidades
os mais diferentes encaminhamentos para os alunos: colocação
profissional, cursos de formação, encaminhamentos médicos.
Esta mancha é composta
pelas seguintes entidades:
-
Centro de Direitos Humanos e Educação
Popular;
-
Casa do Zezinho;
-
Instituto Rukla;
-
Capão Cidadão;
-
Santuário São José
Operário.
Em muitos aspectos, a ação
do CIEJA-CL se confunde com as práticas das entidades, complementando
as ações destas e vice-versa. São relações
que se estabelecem por laços de afinidade e complementaridade no
cotidiano do trabalho no bairro.
Considerações
As observações aqui
elencadas evidenciam alguns aspectos observados preliminarmente no campo.
Ao longo do ano de 2009 a pesquisa será ampliada por meio de entrevistas
e de um aprofundamento da observação de campo, auxiliando
a configurar um quadro interpretativo de maior amplitude da experiência
social vivenciada pelos jovens.
As categorias da Antropologia Urbana
têm se mostrado importantes instrumentos teóricos para a interpretação
das dinâmicas sociais que perpassam o cotidiano dos jovens pesquisados
pelo trabalho em curso. Especificamente as categorias de pedaço,
mancha, trajeto, pórtico, circuito têm permitido traçar
um quadro das relações sociais desses jovens. Por onde andam
nos momentos de lazer, quais os seus trajetos, seus circuitos, o que pensam
sobre a periferia, quais trabalhos buscam e onde se empregam, que relações
estabelecem com as entidades de assistência que estão no bairro,
são características e podem apontar um jeito de ser jovem
nesse pedaço da cidade.
Notas
Mestrando
em Educação pela Faculdade de Educação da Univeridade
de São Paulo.
Este
texto tem como proposta expor algumas observações preliminares
sobre a pesquisa de mestrado intitulada Jovens e Experiência Social
na Educação de Jovens e Adultos, desenvolvida no Programa
de Pós-graduação da Faculdade de Educação
da Universidade de São Paulo.
Os
CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
- foram criados em 2003 pela Secretaria de Educação
do Município de São Paulo. Originaram-se dos antigos CEMES
– Centro Municipal de Educação Supletiva – após avaliações,
mudanças de formato e mudanças curriculares. Utilizarei a
sigla CIEJA-CL para me referir ao Centro Integrado de Educação
de Jovens e Adultos do Campo Limpo.
As
afirmações que seguem são observações
registradas no caderno de campo do pesquisador.
O
Capão Redondo é um subdistrito de Campo Limpo. Os jovens
observados são, em sua maioria, dessa região.
Durante
o segundo semestre de 2008 o tema norteador foi o dos direitos humanos.
Ao longo do semestre, todas as disciplinas debateram aspectos e artigos
da Declaração Universal dos Direitos Humanos e as possíveis
relações com a vida dos estudantes.
Parte
do diálogo foi suprimida. Portanto, essas declarações
não são sequenciais.
Webgrafia
E.J.A.
- Educação de Jovens e Adultos
CIEJA
Campo Limpo SP
Bibliografia
CALDEIRA,
T. P. R. Cidade de Muros: crime, segregação
e cidadania em São Paulo. São Paulo: Ed. 34; Edusp, 2000.
FRÚGOLLI,
H. Centralidade em São Paulo. São Paulo: Cortez;
Edusp, 2000.
GEERTZ, G.
A
interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC,
1978.
MAGNANI,
J. G. C. Festa no pedaço: cultura popular e lazer
na cidade. São Paulo, Ed. UNESP- Hucitec, 1998.
MAGNANI, J.
G. C. & TORRES, L. L. (orgs.) Na metrópole: textos
de antropologia urbana. São Paulo: EDUSP;FAPESP, 2000.
SPOSITO, M.
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In: PAIXÃO, L. P. & ZAGO N. (Orgs.) Sociologia da educação:
pesquisa e realidade brasileira. São Paulo: Vozes, 2007.
TELLES, V.
S. & CABANES, R. Nas tramas da cidade: trajetórias
urbanas e seus territórios. São Paulo: Humanitas, 2006.