Desde 2007 · Universidade de São Paulo
Lendo a cidade, um campo de cada vez.
Ponto Urbe é uma revista de acesso aberto e avaliação por pares dedicada à antropologia urbana, publicada pelo Núcleo de Antropologia Urbana da Universidade de São Paulo. Publicamos artigos, dossiês temáticos, traduções, entrevistas e ensaios etnográficos.
O que publicamos
Cinco seções, uma disciplina
Artigos
Pesquisa original fundamentada em trabalho de campo etnográfico de longo prazo em cidades do Brasil e do exterior.
Dossiês temáticos
Coletâneas de ensaios que exploram uma questão urbana a partir de múltiplos ângulos etnográficos.
Traduções
Textos raros ou contemporâneos disponibilizados em português pela primeira vez.
Entrevistas
Conversas com pesquisadores seniores que ajudaram a formar a antropologia urbana brasileira.
Ensaios etnográficos
Cir-kula: textos mais curtos e ricos em imagens que documentam a observação de campo em tempo real.
Editoriais
Apresentações de cada edição, situando suas contribuições nos debates atuais.
Do blog
Notas de antropologia urbana
Dez Textos Clássicos da Antropologia Urbana, Revisitados
Um ponto de partida breve e opinativo para leitores novos no campo — e uma revisão para quem está retornando a ele.
Grafite, Arte de Rua e Cultura Visual Urbana
Muros nunca são superfícies neutras. Ler o que é escrito e pintado neles é, em si, uma prática etnográfica.
Mercados como Campo Etnográfico
Um mercado público condensa a economia, a história migratória e a hierarquia social de uma cidade num único espaço, percorrível a pé.
Periferias Urbanas e a Política da Espera
Esperar — pelo ônibus, por um benefício, por um documento, por um retorno — não é tempo vazio. É uma experiência estruturada e distribuída de forma desigual.
Missão editorial
Um espaço para produção acadêmica inédita em antropologia urbana
A Ponto Urbe existe para difundir produção acadêmica original de pesquisadores(as) de todos os estágios de carreira, de diferentes regiões, em diálogo com o campo mais amplo da antropologia. Desde nossa primeira edição, em 2007, seguimos livres para ler e livres para publicar.